PENSAMENTO:

Concedei-nos, Senhor, serenidade p/aceitar as coisas que não podemos modificar,

coragem p/modificar as que podemos e sabedoria p/distingui-las!

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22
Jan 15

VERDADEIRO e TRISTE...CONTINUA ACTUAL

cemiterio-campas.jpg

 

O seguinte artigo publicado na Espanha, em 2008, foi escrito por um não judeu.

Nunca veremos este gênero de artigo na nossa imprensa. Ele ofenderia muitas pessoas. Foi escrito pelo espanhol Sebastian Vilar Rodriguez e publicado em um jornal espanhol, em 15 de janeiro de 2008.

Não é preciso muita imaginação para extrapolar a mensagem ao resto da Europa e possivelmente ao resto do mundo.

 

 

"TODA A VIDA EUROPEIA MORREU EM AUSCHWITZ

Por Sebastian Vilar Rodriguez

 

Desci uma rua em Barcelona e descobri, repentinamente, uma verdade terrível. A Europa morreu em Auschwitz. Matamos seis milhões de judeus e os substituímos por 20 milhões de muçulmanos.

Em Auschwitz queimamos uma cultura, pensamento, criatividade e talento.  Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo.

A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comércio internacional, e, acima de tudo, como a consciência do mundo. Este é o povo que queimamos.

 

E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho.

Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades espanholas, num terceiro mundo, afogando-as em sujeira e crime.

Fechados nos seus apartamentos que eles recebem, gratuitamente, do governo, eles planejam o assassinato e a destruição dos seus ingênuos hospedeiros.

 

E assim, na nossa miséria, trocamos a cultura por ódio fanático, a habilidade criativa, por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição.

Trocamos a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento, para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu apego à vida – porque a vida é santa –, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.

Que terrível erro cometido pela miserável Europa.

 

Os judeus não estão promovendo lavagens cerebrais a crianças em campos de treino militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar um máximo de mortes a judeus e a outros não muçulmanos.

Os judeus não tomam aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, nem se fazem explodir em restaurantes alemães.

Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja. NÃO há um único judeu que proteste matando pessoas.

Os judeus não traficam escravos, não têm líderes a clamar pela Jihad Islâmica e morte a todos os infiéis. Talvez os muçulmanos do mundo devessem considerar investir mais numa educação modelo e menos em queixarem-se dos judeus por todos os seus problemas.

Os muçulmanos deviam perguntar o que poderiam fazer pela humanidade antes de pedir que a humanidade os respeite.

Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os seus vizinhos palestinianos e árabes, mesmo que creiamos que haja mais culpas da parte de Israel, as duas frases que se seguem, realmente, dizem tudo:

"Se os árabes depusessem, hoje, as suas armas não haveria mais violência. Se os judeus depusessem, hoje, as suas armas, não haveria mais Israel." (Benjamin Netanyahu)

 

Por uma questão histórica, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou todas as vítimas mortas nos campos de concentração nazista, mandou que as pessoas, ao visitarem esses campos de morte, tirassem todas as fotografias possíveis, e para os alemães das aldeias próximas serem levados através dos campos e que enterrassem os mortos. Ele fez isso porque disse de viva voz o seguinte:

"Gravem isto tudo, hoje. Obtenham os filmes, arranjem as testemunhas, porque poderá haver algum malandro lá em baixo, na estrada da história, que se levante e diga que isto nunca aconteceu." 

 

Recentemente, no Reino Unido, debateu-se a intenção de remover o holocausto do currículo das suas escolas, porque era uma ofensa para a população muçulmana, a qual diz que isso nunca aconteceu. Até agora, ainda não foi retirado do currículo. Contudo, é uma demonstração do grande receio que preocupa o mundo e a facilidade com que as nações o aceitam.

Já passaram mais de 60 anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial.

 

O conteúdo deste e-mail está sendo enviado como uma cadeia, em memória aos 6 milhões de judeus, dos 20 milhões de russos e dos 10 milhões de cristãos.

Agora, mais do que nunca, com o Irã, entre outros, reclamando que o Holocausto é um mito, é imperativo assegurar-se de que o mundo nunca esquecerá isso.

É intento deste informe chegar a 400 milhões de pessoas. Que seja um elo na cadeia-memorial e ajude a distribuí-lo pelo mundo.

Depois do ataque ao World Trade Center, quantos anos passarão antes que se diga: NUNCA ACONTECEU, porque isso pode ofender alguns muçulmanos nos Estados Unidos?" ​

LauraBM às 23:22 | E custa, comentar neste blog?
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10
Set 07

Igreja católica!?!?!?

casamento_RitaAriel.jpgMãe protesta contra o tratamento recebido ao tentar casar a filha
Rede SACI
26/01/2005

Padres se negavam a realizar o casamento de duas pessoas com Síndrome de Down
Muriel Elisa Távora Niess Pokk*

Quando a minha filha Rita de Cássia Niess Pokk e Ariel, ambos portadores de Síndrome de Down, foram se casar, começou a minha via crucis.
Fui a várias igrejas, mas todos os padres se recusaram a fazer o casamento.
Um deles "bondosamente" se ofereceu para fazer o casamento, mas, de portas fechadas, sem que ninguém visse.
Resolvi falar com o pessoal da Cúria Metropolitana de São Paulo; talvez eles não soubessem que estava havendo esse preconceito todo.
Liguei para lá no dia seis de abril de 2003 e falei com o monsenhor Cosmo Maestri. Ao ouvir que eu queria que um padre fizesse o casamento da minha filha Down, ele respondeu secamente que eu aguardasse uma semana, pois precisava conversar com outras pessoas.
Eu aguardei, mas ele não retornou com uma resposta.
Liguei novamente dia seis de maio de 2003, e tornei a falar com esse monsenhor. Mais uma vez, ele mandou que eu aguardasse uma semana pois não tinha uma resposta ainda.
E assim foi a cada ligação que eu fazia. Depois de ser "enrolada" por ele durante 4 meses, liguei exigindo uma resposta.
Ele, estupidamente, falou:
- A senhora esta fazendo tudo isso porque é uma mãe frustrada que quer se realizar através de sua filha, por que ela mesma nem sabe o que está acontecendo.
Eu falei que não era verdade, pois eu já havia me casado na igreja. E que era o sonho da minha filha se casar em nossa religião, pois o noivo era judeu.
Então ele, mesmo sem conhecer os noivos, continuou: - Não fazemos casamento de retardados, retardados não casam. Eles não sabem o que estão fazendo.
Perguntei a ele em que lugar da bíblia estava escrito isso, mas ele não respondeu. Nem poderia. Essa besteira que ele disse não está escrito em
lugar nenhum da Bíblia porque, perante Deus, somos todos iguais. Isso são coisas de mentes mesquinhas de homens preconceituosos que acham que têm todo o poder, mas não tem nenhum. Muito irritada, falei que ia contratar um pastor da igreja evangélica para casar minha filha, pois Deus era um só. Falei também que ia contratar um repórter para fazer a reportagem do casamento e que, antes da cerimônia se realizar, iria pegar o microfone e dizer:
- A partir de hoje, eu e minha família estamos deixando de ser católicos, pois o Monsenhor Cosmo Maetri disse que a igreja católica não casa
retardados. E bati o telefone.
O telefone tornou a tocar; era o Monsenhor. Primeiro agrediu-me verbalmente e, depois, mandou que eu entrasse em contato com o Padre Boim da Igreja Nossa senhora da Esperança (Moema).
Mesmo magoada com as ofensas ouvidas, fiquei contente porque achei que estava tudo resolvido. Liguei para a igreja e falei:
- Padre, o Monsenhor mandou falar com o senhor para combinar o casamento, então está tudo certo? Quando posso ir aí?
Ele respondeu:
- Não tem nada certo. Primeiro, preciso ver que tipo de pessoas vocês são.
Fomos até lá e, finalmente, ficou tudo marcado.
O casamento foi feito no salão do buffet, pois foi um casamento ecumênico. Ainda bem que havia o rabino que falou coisas bonitas e fez um casamento lindíssimo, porque o padre leu uma poesia do Carlos Drumond de Andrade e logo após apenas um pequenino trecho de um salmo. Nem sequer deu uma benção aos noivos.
Aqui fica o meu protesto contra esse preconceito todo da igreja católica apostólica romana (com letra minúscula mesmo) que, através de seus
representantes, tem preconceito contra o portador de deficiência.

*Muriel Elisa Távora Niess Pokk é mãe de Rita de Cássia, que têm Síndrome de Down, e criadora da primeira sala de bate-papo para pessoas com deficiência do Brasil.
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08
Set 07

O PAPA BENTO E A INEXISTÊNCIA DO LIMBO

maos_palmas.gifO limbo sempre me fascinou. O que seria? Como seria? Quando era criança e estudava o catecismo, ficava a imaginar um lugar sem frio nem calor, sem casas, mas flores e nuvens e uns anjos nenéns a esvoaçarem durante milênios, imponderáveis quais gaivotas contra o vento equilibrando-se na relação entre seu peso e a velocidade deste. Era lugar de silêncio, porém não de tédio. Os anjinhos brincavam de fazer xixi, não faziam cocó. E, mesmo sem saber falar, eles cantavam.
Esse era o limbo que fazia minha imaginação distrair-me das aulas de catecismo. (está se vendo...). Nem céu, nem inferno. Uma estação de repouso, logo abaixo do céu... Com os anos, abandonei a idéia de limbo pregada pela Igreja, porque me parecia cruel e sem sentido. Porém não abandonei a palavra. Lindíssima: limbo. Um som mozartiano para algo que não existia salvo como metáfora do nada. Uma vez, em rapaz, li no poeta Gibran, um verso dentro de poema que falava nas palavras que jazem no limbo do nosso entendimento. Achei genial. E volta e meia uso o termo limbo apenas de modo poético. Como será ser algo que não é? Nunca me respondi. Nem o assunto me preocupou.

Graças à cultura religiosa que o actual Papa vem demonstrando com o livro sobre Jesus e outros escritos, e aproveitando sua próxima visita ao Brasil onde já está começando a ser muito querido, comento, por isso, a decisão dele semana passada, no Vaticano, a proclamar que limbo não existe e nunca existiu. Era uma idéia errônea e teologicamente inconsistente, pois todas as crianças mortas (e vivas, é claro), são anjos de Deus. Assim sendo, como admitir que, sem batismo, a alma da criança morta teria de ir para um limbo eterno? Que horror! Anjo de Deus vive na Graça de Deus, ora. Só acho que deveria existir limbo para adulto em vez de purgatório.....
Ao derrogar um erro de milénios, Bento 16 começa a dar indicações de modernização de certas crenças feitas para amealhar adeptos pelo medo. Sem limbo e sem pecado mortal inerente ao nascer (evidente absurdo), somos todos anjos de Deus.

Gostei deste Papa.
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20/04/2007
Artur da Távola

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11
Set 06

Os donos da verdade!!!!!!!!!!!

monges-2.gifQue ninguém duvide de que os ideais preconizados pela Igreja Católica são os mais lindos que poderiam existir.

- Os jovens só manteriam relações sexuais após o casamento. Uma vez casados, seriam fiéis um ao outro, até que a morte os separasse.
- Padres nunca pensariam em casamento, pois livres dos encargos de família têm maior liberdade para atender os de sua paróquia.

Coisa bela, sinceramente.
Mas com quem contariam os cristãos para manterem assim a castidade? Com Deus, naturalmente.

Então por que o Papa não demonstra sua confiança em Deus, ao invés de andar em carro blindado, cercado de viaturas policiais, precedido por motos, guarda-costas  ao extremo? Certamente é porque ele sabe que muitos problemas Deus deixou  por nossa conta. E aí,  por que razão católicos, budistas, muçulmanos, evangélicos e outros istas e élicos e ólicos se apresentam como donos da verdade?

Religião é algo necessário, uma espécie de dicionário cujos significados vamos buscar em livros sagrados. Mas, como cada palavra tem acepções diversas, creio que cabe a cada um utilizar aquela que melhor se adapte a seu momento. Por exemplo, será que o filho de um traficante assassino tem mesmo que honrar  seu pai? Ou tem que honrar ao Pai apenas? A esposa de um bêbado, que vem pra casa  espancando mulher e filhos, essa mulher  tem mesmo que acreditar que Deus santificou sua união?

E "Confie em Deus?" para conseguir o que você precisa, será que combina com "Seja feita a vossa vontade"? Tanto não combina que o Papa se fez cercar de uma multidão de guardadores, ao invés de entregar o seu destino ao Senhor das Estrelas. Contrastes assim prejudicam muitos corações, se esses corações forem acompanhados de cabeças pensantes.

E eu juro que pretendia voltar à minha religião de origem, da qual sinto tanta saudade! Mas desse jeito, não dá.
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11/05/2007
Ana Suzuki  -  "Trem das Onze"

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05
Set 05

A Polémica de Fátima

Meus amigos,
Serão explicações demasiado lógicas de perfeitos ateus e descrentes ou, simplesmente, os factos acontecidos não têm explicação, como qualquer milagre a não tem?
No mundo d'hoje, a descrença é uma religião seguida por muitos.
Eu e a Sara Rafael, (que repassou da Camila), somos portuguesas e habituadas a acreditar. Vivemos num país crente e de religiosos hábitos  enraizados. No entanto, cada uma de nós tem as suas próprias crenças que não comentamos uma com a outra, nem sabemos se condizem.
Quem quiser ler, comente para si mesmo se o autor é um crente, um descrente ou até uma mente científica para quem tudo tem, forçosamente, uma explicação lógica.
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Laura B. Martins
http://laurabmartins.blogs.sapo.pt


Repassando da Camila.
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Sara Rafael
http://geocities.yahoo.com.br/jerusalem_13/sararafael.html


A Polêmica de Fátima

 

ostrespastorinhos.jpgNo dia 13 de outubro de 1917, no vilarejo de Fátima, em Portugal, cerca de 70 mil pessoas presenciaram um fenômeno que foi considerado como uma manifestação do poder de Deus. O que pareceu ser um disco achatado, com contorno definido e muito brilho, apareceu entre as nuvens de chuva e depois fez manobras com aumento de velocidade. Este acontecimento teve um tipo de preparação nos anos anteriores, em forma de sinais no céu, tendo como epicentro dos fatos três crianças: Lúcia de Jesus e os irmãos Francisco e Jacinta Marto, com 10, 9 e 7 anos na época, que acabaram por ter um belo contato com uma entidade cósmica, aclamada de imediato pela Igreja como a Virgem Maria. Ela teria feito revelações a respeito do mundo, destinadas à Humanidade, mas desde o princípio a Igreja Católica se apoderou e manipulou os fatos, julgando o que deveria ser divulgado, transformando esse episódio numa manifestação divina e santificando o evento, a serviço de sua própria crença. Muitos historiadores reclamam até hoje, alegando que o Vaticano não teria o direito de reter as verdadeiras informações sobre o caso.

Atualmente, especialistas afirmam com convicção que a aparição portuguesa foi um contato com uma entidade extraterrestre, envolvendo manifestações paranormais e psíquicas, além de efeitos físicos típicos de ocorrências ufológicas. Ainda em 1915, no início dos acontecimentos, as crianças viram uma figura branca sobre um arvoredo. Em 1916, um objeto movia-se em direção a elas, adquirindo extraordinária beleza, aparência humana e aspecto luminoso, dizendo ser um anjo da paz. Essa é uma descrição típica da casuística de graus elevados, onde com freqüência surgem seres que se apresentam em paz. O termo anjo tornou-se compreensível como sendo a vida em estágio superior ao nosso.

No ano de 1917 começaram os contatos principais. O local escolhido ficava a uns 3 Km de Fátima, chamado de Cova de Iria. No dia 13 de maio, as crianças pastoreavam o rebanho, quando um relâmpago sulcou o horizonte e sobre uma azinheira (árvore portuguesa) apareceu uma jovem e bela senhora, mais resplandecente que o Sol e disse que era do céu. A ufologia está repleta de seres descritos em todas fases da História como vindos do céu e alguns, supostamente, transmitem algum tipo de mensagem à Humanidade. Nesta ocasião, a mensagem foi em torno dos erros humanos. Foram marcados novos encontros para os próximos meses e a figura partiu com luzes irradiando das mãos, sendo logo imaginado como o ‘sagrado coração de Maria’. Muitas vezes, os tripulantes de UFOs são vistos portando uma espécie de globo luminoso nas mãos, aparentando ter alguma relação com o transporte ou a locomoção dos seres em nosso ambiente, quando estão fora de suas naves.

Após essa aparição, Lúcia passou a sofrer muitas pressões da família e do clero local, que duvidavam do fato. Assim, chateada, resolveu não ir mais aos encontros, mas um dia sentiu-se impelida por uma força irresistível e se pôs a caminhar em direção àquele lugar. Isso também é comum aos contatos com UFOs, onde pessoas revelam receberem uma espécie de ordem telepática, indicando até o caminho a seguirem para o encontro com seus abdutores. Tendo chegado ao local, a jovem manteve novamente o contato, mas desta vez as pessoas presentes avistaram apenas uma nuvenzinha branca que pousou na azinheira. Depois disso, as crianças sofreram diversas perseguições e maus-tratos de autoridades portuguesas e religiosas, sendo forçadas a desmentir o ocorrido. Chegaram a ficar presas numa das datas preestabelecidas para um novo encontro. Nesse dia, ouviu-se o estrondo de um trovão e na árvore surgiu uma nuvem luminosa, desaparecendo instantes depois. Testemunhas contaram que o objeto foi visto se  aproximando de longe, pousando, aguardando algum tempo e voltando pelo mesmo trajeto, não havendo nenhuma súbita aparição ou desaparição, além de relatos de sinais sonoros descritos como estouro de foguete. Outra narrativa da época diz que o Sol começou a escurecer e um globo luminoso apareceu movendo-se do oriente para o ocidente, prosseguindo com majestosa lentidão através do espaço, num céu límpido e sem nuvens. A atmosfera se tingia de um tom amarelado e uma coroa branca envolvia os videntes. Essa espécie de névoa é comum ao redor de UFOs observados em todo o mundo e é considerada como uma espécie de camuflagem proposital ou ainda uma reação a interação do objeto com a atmosfera terrestre.

No dia 13 de outubro aconteceu o encontro mais prodigioso, ficando conhecido como o ‘Milagre do Sol’. Ficava aparente a necessidade de uma demonstração mais clara da veracidade daqueles contatos e das advertências passadas para a Humanidade. E assim foi realizado, para mais de 70 mil pessoas. Chovia muito na Cova de Iria, mas como das outras vezes a jovem senhora apareceu e continuou suas revelações, finalizando um ciclo de mensagens. Lúcia pediu para que todos olhassem para o céu, quando viram a chuva cessar de repente. As nuvens se abriram e o disco solar apareceu girando sobre si mesmo e projetando em todas as direções feixes de luz amarela, verde, vermelha, azul e roxa, pintando as nuvens, as árvores e a imensa   multidão, repetindo a façanha mais duas vezes seguidas.

Em um determinado momento, todos tiveram a impressão de que o Sol se desprendia do firmamento e caía sobre os presentes. Reconheceram, então, que realmente era um sinal dos céus, além de verificarem que as roupas molhadas da chuva estavam completamente secas. Quanto a esses detalhes, é evidente que o Sol verdadeiro não poderia ter se movido, senão seríamos arrancados da órbita terrestre ou, no mínimo, seríamos torrados por sua brusca aproximação. Além de que qualquer anomalia solar teria sido detectada pelos observatórios astronômicos, mesmo naquela época. Portanto, segundo os pesquisadores da história, o ‘milagre’ foi na verdade um fenômeno local e restrito à pequena Fátima. Localizaram-se testemunhas em cidades vizinhas que viram um estranho objeto fazendo movimentos oscilatórios irregulares (folha seca), descendo e subindo. A súbita secagem das roupas indica irradiação térmica ou de microondas, numa descarga controlada ao redor do ambiente. As manifestações em Fátima seriam uma bela manifestação ufológica, sendo também um chamado à verdade, aos ensinamentos que têm sido oferecidos por seres superiores que sempre passaram por este planeta. Nunca solicitaram a elaboração de rituais, santificação ou dogmas, mas ensinaram a simplicidade e pediram discernimento em nossos atos (Carlos Alberto Millan).

Percebemos novamente --neste caso, com as crianças-- uma ligação inequívoca entre supostas divindades e simples mortais. Diante de tantas evidências, a Igreja não conseguiu desmentir os fatos, devido a forte pressão da população, então “adaptou” o fenômeno à seus moldes, como em tantas outras incontáveis situações.
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25/02/2005

LauraBM às 23:56 | E custa, comentar neste blog?
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02
Set 05

Eu não gostava do Papa

Papa-traje_festa.jpgEscrevo enquanto vejo a morte do Papa na TV. E me espanto com a imensa emoção mundial. Espanto-me também comigo mesmo: "Como eu estou sozinho!" - pensei.

Percebi que tinha de saber mais sobre mim, eu, sozinho, sem fé alguma, no meio desse oceano de pessoas rezando no Ocidente e Oriente. Meu pai, engenheiro e militar, me passou dois ensinamentos: ele era ateu e torcia pelo América Futebol Clube. Claro que segui seus passos. Fui América até os 12 anos, quando "virei casaca" para o Flamengo (mas até hoje tenho saudade da camisa vermelha, garibaldina, do time de João Cabral e Lamartine Babo) e parei de acreditar em Deus.

Sei que "de mortuis nihil nisi bonum" ("não se fala mal de morto"), mas devo confessar que nunca gostei desse Papa. Por quê? Não sei. É que sempre achei, nos meus traumas juvenis, que Papa era uma coisa meio inútil, pois só dava opiniões genéricas sobre a insânia do mundo, condenando a "maldade" e pedindo uma "paz" impossível, no meio da sujeira política.

Quando João Paulo entrou, eu era jovem e implicava com tudo. Eu achava vigarice aquele negócio de fingir que ele falava todas as línguas. Que papo era esse do Papa? Lendo frases escritas em partituras fonéticas... Quando ele começou a beijar o chão dos países visitados, impliquei mais ainda. Que demagogia! - reinando na corte do Vaticano e bancando o humilde...

Um dia, o Papa foi alvejado no meio da Praça de São Pedro, por aquele maluco islâmico, prenúncio dos tempos atuais. Eu tenho a teoria de que aquele tiro, aquela bala terrorista despertou-o para a realidade do mundo.
E o Papa sentiu no corpo a desgraça política do tempo. Acho que a bala mudou o Papa. Mas fiquei irritadíssimo quando ele, depois de curado, foi à prisão "perdoar" o cara que quis matá-lo. Não gostei de sua "infinita bondade" com um canalha boçal. Achei falso seu perdão que, na verdade, humilhava o terrorista babaca, como uma vingança doce.

E fui por aí, observando esse Papa sem muita atenção. É tão fácil desprezar alguém, ideologicamente... Quando vi que ele era "reaccionário" em questões como camisinha, pílula e contra os arroubos da Igreja da Libertação, aí não pensei mais nele...Tive apenas uma admiração passageira por sua adesão ao Solidariedade do Walesa mas, como bom "materialista", desvalorizei o movimento polonês como "idealista", com um Walesa meio "pelego". E o tempo passou.

Depois da euforia inicial dos anos 90, vi que aquela esperança de entendimento político no mundo, capitaneado pelo Gorbatchev, fracassaria.
Entendi isso quando vi o papai Bush falando no Kremlin, humilhando o Gorba, considerando-se "vitorioso", prenunciando as nuvens negras de hoje com seu filhinho no poder. Senti que o sonho de entendimento socialismo-capitalismo ia ser apenas o triunfo triste dos neo-conservadores. O mundo foi piorando e o Papa viajando, beijando pés, cantando com Roberto Carlos no Rio. Uma vez, ele declarou: "A Igreja Católica não é uma democracia". Fiquei horrorizado naquela época liberalizante e não liguei mais para o Papa "de direita".

Depois, o Papa ficou doente, há dez anos. E eu olhava cruelmente seus tremores, sua corcova crescente e, sem compaixão alguma, pensava que o Pontífice não queria "largar o osso" e ria, como um anti-Cristo.

Até que, nos últimos dias, João Paulo II chegou à janela do Vaticano, tentou falar... e num esgar dolorido, trágico, foi fotografado em close, com a boca aberta, desesperado.
Essa foto é um marco, um símbolo forte, quase como as torres caindo em NY.
Parece um prenúncio do Juízo final, um rosto do Apocalipse, a cara de nossa época. É aterrorizante ver o desespero do homem de Deus, do Infalível, do embaixador de Cristo. Naquele momento, Deus virou homem. E, subitamente, entendi alguma coisa maior que sempre me escapara: aquele rosto retorcido era o choro de uma criança, um rosto infantil em prantos! O Papa tinha voltado a seu nascimento e sua vida se fechava. Ali estava o menino pobre, ex-actor, ex-operário, ali estavam as vítimas da guerra, os atacados pelo terror, ali estava sua imensa solidão igual à nossa. Então, ele morreu. E ontem, vendo os milhões chorando pelo mundo, vendo a praça cheia, entendi de repente sua obra, sua imensa importância. Vendo a cobertura da Globo, montando sua vida inteira, seus milhões de quilómetros viajados, da África às favelas do nordeste, entendi o Papa. Emocionado, senti minha intensíssima solidão de ateu. Eu estava fora daquelas multidões imensas, eu não tinha nem a velha ideologia esfacelada, nem uma religião para crer, eu era um filho abandonado do racionalismo francês, eu era um órfão de pai e mãe. Aí, quem tremeu fui eu, com olhos cheios d'água. E vi que Karol Wojtyla, tachado superficialmente de "conservador", tinha sido muito mais que isso. Ele tinha batido em dois cravos: satisfez a reaccionaríssima Cúria Romana implacável e cortesã e, além disso, botou o pé no mundo, fazendo o que italiano algum faria: rezar missa para negões na África e no Nordeste, levando seu corpo vivo como símbolo de uma espiritualidade perdida. O conjunto de sua obra foi muito além de ser contra ou a favor da camisinha. Papa não é para ficar discutindo questões episódicas. É muito mais que isso. Visitou o Chile de Pinochet e o Iraque de Saddam e, ao contrário de ser uma "adesão alienada", foi uma crítica muito mais alta, mostrando-se acima de sórdidas políticas seculares, levando consigo o Espírito, a ideia de Transcendência acima do mercantilismo e ditaduras. E foi tão "moderno" que usou a "mídia" sim, muito bem, como Madonna ou Pelé.

E nisso, criticou a Cúria por tabela, pois nenhum cardeal sairia do conforto dos palácios para beijar pé de mendigo na América Latina. João Paulo cumpriu seu destino de filósofo acima do mundo, que tanto precisa de grandeza e solidariedade.

Sou ateu, sozinho, condenado a não ter fé, mas vi que se há alguma coisa de que precisamos hoje é de uma nova ética, de um pensamento transcendental, de uma espiritualidade perdida. João Paulo na verdade deu um show de bola.
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Abril/2005
Arnaldo Jabor

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01
Set 05

Sempre falando de amor

Papa_trajogala.jpgDOCE PAPA!
IRMÃO DE LUZ!
QUANDO CHEGAR A SUA HORA VÁ EM PAZ!
ESTAREMOS EM SINTONIA DIVINA.
SEU AMOR SERÁ INESQUECÍVEL!
AGRADECEMOS POR SUA VIDA DE DEDICAÇÃO.
O MUNDO ESTÁ VOLTADO PARA O SEU AMOR.
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2/04/2005
Rosângela


Querido Papa!
Vc já foi e foi em PAZ, acredito! De consciência tranquila!
Poucos mortais terão, na frente, um caminho tão curto e directo para os braços de Deus.
O meu sincero ADEUS ao homem!
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3/04/2005
Laura B. Martins

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02
Set 04

Escola do Universo-Ossetia

crianca-bracossoldado.jpg
Texto inspirado nas invasões inconsequentes da escola em Ossétia, Rússia.
«Face negra do terrorismo à escala mundial».

*Vinde a mim as criancinhas*! Vinde.
Deixa que eu acalante seus sonhos mais infantis.
Deixa que eu seque seus olhinhos e acalme os seus temores.
Aqui há um parque de amor onde o sorriso é o principal brinquedo.

Mesmo que invadam as escolas e matem os pequeninos,
Eu vos acolho e acolho os seus pesadelos.
Porque o simples e o humilde brincam de Deus no pátio do Universo.
Porque as crianças reflectem as estrelas do Firmamento.

Nem que as bombas detonem a ignorância.
Mesmo que o mais sanguinário dos homens não tivesse a infância da alma.
Nem que todos os terroristas da Terra sejam órfãos de filhos.
As crianças são flores a enfeitar o Meu Jardim.

As sombras invadiram a escola, todavia não aprenderam nada de luz.
São cegos das letras, seus cadernos estão manchados de sangue
e seus espíritos são quadros negros.criancamorta_pai.jpg
Vinde a mim as criancinhas! Vinde.

Aqui todas as feridas são curadas e tudo vira brincadeira de roda.
A dor verte em ternura e o domínio em protecção de Pai e Mãe.
E mesmo depois de silenciarem as bocas e lacrimejarem os olhos,
Eu Vos acolho porque assim sempre foi, é e será!...

* citação do Mestre Jesus
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8/08/2004
Por Maurício Santini

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R O D A P É

Concede-me, senhor, a graça de ser boa,
de ser o coração singelo que perdoa,
a solícita mão que espalha, sem medidas,
estrelas pela noite escura doutras vidas
e tira d'alma alheia o espinho que magoa.
---------------------
Helena Kolody

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Podemos carregar nas costas as pedras que encontramos ou nos atiram,

dar-lhes pontapés e ferir os dedos ou atirá-las aos outros,

construir um reduto e fecharmo-nos nele

ou com elas erguer uma escada para alcançar o céu.

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O tipo de religião de cada um de nós não deve interferir com os sentimentos, amor e deveres para com o próximo.
A Religião não deverá constituir uma forma de fanatismo, já que Deus é único, seja lá qual for a forma como o celebramos e a Ele nos dirigimos rezando: pedindo auxílio ou agradecendo as dádivas concedidas.

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Laura B. Martins

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